Há dias o Abrupto publicou uma nota relativa ao processo que corre nos tribunais belgas interposto por um grupo de jornais de língua francesa – que pretendem que o Google não disponibilize ligações para os seus artigos no Google News local (versão francófona) nem arquive os seus conteúdos em cache. Escreve JPP:
É mais uma batalha de retaguarda como as que a UE trava contra a Microsoft, os franceses contra o ITunes (e o iPod) e a digitalização de bibliotecas pelo Google.
Não compreendo nem considero correcta a comparação do caso do Google na justiça belga com o do Microsoft e a UE. É verdade que a justiça e os juízes estão agora a aprender a lidar com a Internet e que esta decisão belga me parece prepotente ao forçar o Google a publicar a decisão no seu site – quase como se quisesse humilhar o gigante. Mais do que uma discussão sobre os direitos de autor, o “fair use” (uso justo, uso adequado?) trata-se de uma negociação a decorrer na barra dos tribunais e nos media, nas palavras do presidente da empresa americana. Recordo ainda que o Google escolheu não se apresentar no tribunal para tentar fazer valer os seus argumentos, logo o juiz só conhece os argumentos dos jornais.
This is Markku. Markku is from Finland. Finland won this years Eurovision after 40 years of disappointing results and got the right to host next year’s competition.
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