No anterior fim de semana levei os miúdos a um torneio de futebol. A equipa do mais velho jogou e para variar foram 2 cabazadas e duas derrotas por 4-2. Para o fim melhoraram, demonstraram alguma atitude.
Um dos patrocinadores do torneio era uma loja de artigos desportivos. O J. (7) ainda me tentou, mas eu resisti enquanto pude. Antes do último jogo passei pela tenda, vi duas braçadeiras (pulseiras?) da selecção e não resisti, lá se foram 10 euros.
Devem ter sido os 10 euros melhor gastos nos últimos tempos: os rapazes adoraram e imediatamente escolheram e colocaram as suas. Particularmente L (5), o mais pequeno e franzino, usava-a vaidoso a meio do braço.
Eles estão contentes com as braçadeiras e tem-nas guardadas em casa. Ainda não os vi com elas na escola ou no infantário mas espero que isso possa mudar assim que os outros miúdos associarem Portugal e Cristiano Ronaldo às braçadeiras e identidades lusitanas dos meus rapazes. São ainda pequenos para acompanhar mas são capazes de demonstrar orgulho pelo reconhecimento que os colegas e amigos farão dos nossos jogadores.
Não devo ser o único pai português expatriado que vê o seu trabalho facilitado pela força e reconhecimento que a equipa de todos nós vai granjeando por esse mundo fora. Apreciará o Estado tal serviço?
(Longe de mim sugerir que o Estado deva subsidiar ainda mais a selecção; apenas se conhece ou valoriza o valor da selecção nacional.)
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