Um artigo da Lusa já com atraso, sobre o fim da googlebomb foi ontem reproduzido em vários serviços noticiosos:

Deve sido a primeira vez que uma alteração do algoritmo do Google foi notícia nos media em Portugal. No futuro passarão a estar mais atentos ao fenómeno Google, particularmente se prestam atenção aos logs de visitas online.
O artigo da Lusa que está copiado em 3 ou 4 dos serviços é ligeiro qb apenas tomando algumas liberdades com as simplificações nesta explicação das Googlebombs:
Até agora, os internautas podiam criar uma série de sites com insultos e associá-los a sites de políticos, por exemplo. Ao escrever este insulto no Google, o site do político seria automaticamente aberto como sendo a primeira opção de resposta.
Clarificando, não se trata de insultos mas de brincadeiras, nem existe nada de automático em abrir o site no primeiro resultado da busca. Para criar uma bomba no Google (ou no Yahoo) bastava que um determinado número de utilizadores criassem ligações para a página alvo, utilizando determinado texto-âncora no link (o texto âncora de um link é aquele que incorpora o link, por exemplo mouronacosta no link mouronacosta. Os motores de pesquisa associam tal texto-ancôra com a página alvo e, se o peso dos proponentes for suficiente (reputação, quantidade), essa página encontrar-se-ia nos lugares cimeiros para buscas por tal termo, mesmo que tal não constasse da página alvo. A bomba Miserable Failure que visava a página biográfica do presidente Bush tornou-se rapidamente popular porque fazia uso do botão de função “sinto-me com sorte” do Google. Esta função, que não é utilizada regularmente por mais do que 1% dos utilizadores, redirecciona automaticamente o visitante para a página que ocupa o primeiro lugar nos resultados do Google, não sendo difícil, ao visitante menos avisado, de acreditar que tal escolha tivesse o dedo do próprio motor de pesquisa…
Se ficamos sem as googlebombs continuamos a ter yahoobombs…
Have you ever googled yourself or do you care how you come up on google? Will it make any difference for you? How about applying for a job, will the recruiters use Google’s aid and will it present you in a bad light or can it help you to get the job? These are questions you might want to consider way before in advance, it will take along time to tell your story to Google. Consider reputation management:
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