Como um burro a olhar para um palácio

"Às vezes, o horizonte hedonista coloca tudo ao mesmo nível. É uma forma sigilosa de parodiar. Funciona pela omissão de contextos e pela colocação da palavra (neste caso, a palavra “regime”) no meio de outras embarcações que procuram sentido (neste caso, a embarcação sem zénite onde Conan Doyle lutará, ainda hoje, com o leme do acaso). A história torna-se desta maneira num conjunto de marés que perderam o contacto com as suas luas: não caminha para lado nenhum e permanece imersa na infinda caldeira do presente. Sign of times:"

Luís Carmelo no seu Miniscente, O "tom" dos blogues – 23 introduzindo a entrada "o pai do Sherlock faz hoje anos" deste blogue. Passem por com tempo.

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