Archive for the 'Finlândia' Category

Mulheres, impostos e religião

São estes os temas que dominam as minhas últimas entradas no LusoFin: casamentos e tradições, a «suposta igualdade» e a igreja e os impostos. Não percebo o que faz a religião ali pelo meio… 😉

Continuo com este sítio em intermitência e, ainda bem. Não fosse a ruptura de ligamentos e estaria ocupado com outras coisas.

Se passarem pelo blog da LusoFin não percam ainda estas excelentes fotos de Inverno/Outono Finlandês da Sofia.

Estou marabilhado

Vejam só a maravilha que os chineses inventaram…

Por enquanto, parece ser apenas para consumo doméstico. Espero que considerem o mercado finlandês como prioritário.

[via]

Marido de aluguer

Hoje no meu bloglines vejo alguns artigos sobre uma empresa argentina que faz o serviço de marido de aluguer. Não vejo onde está a novidade, há uma empresa finlandesa que faz o mesmo há cinco anos.

O negócio parece ser tão lucrativo que já têm cerca de 40 maridos de aluguer e ligações a uma empresa sueca (filial?). Lembro-me de ler uma notícia numa das edições internacionais. Tal como lá, também cá as donas confundiam os serviços destes maridos de aluguer.

Por 15 euros à hora era bom demais para ser verdade. Por outro lado…

Aquela voz

Na terça soube dos acontecimentos de Kauhajoki por uma jornalista da RDP cuja voz não me era de todo desconhecido. Apanhado de surpresa pela chamada, ainda mais fiquei pela voz da jornalista: quente, acolhedora, calma, profissional e muito, mas mesmo muito, sensual. É possível que estes atributos digam mais sobre mim do que sobre a voz mas fiquem com a certeza que soava muito bem. Tal e qual como na rádio.

Deve ter sido essa a razão do meu espanto: não me passava pela cabeça que aquela fosse a voz normal da senhora, falando tal como se estivesse a ler as notícias.

Testemunha da capacidade de impressão de uma boa voz, só posso imaginar os custos indirectos da má voz que frequentemente produzo e comecei há momentos a googlar pelo assunto. Conhecem alguém que tenha aprendido a colocar a voz razoavelmente e tenha com isso ganho alguma coisa?

A técnica Ville Valo

No outro dia dei comigo a pensar se a malta que vai para os bares e discos salivar pelas mulheres não faria melhor em adoptar a técnica do Ville Valo: “eu cá não é qualquer uma que me serve. Terá de ser especial. Estarás tu à minha altura?” É sabido que “quem tem fome não é alimentado” e este desafio poderá ter o condão de espicaçar o interesse delas, para além de exibir um macho confiante do seu valor.

Esta técnica não é para todos, há que primeiro estabelecer credibilidade: por exemplo, um tipo com o aspecto do meu amigo que, nos dias que correm, vai pelo nome de tótó do costume, é mais que certo que ninguém o vai acreditar, a não ser que seja público e notório que já correu as gajas todas do departamento, inclusivé a bomba sechual x…:

Também não é preciso celibato absoluto, como diz praticar o Ville. O importante, mais uma vez, é ser credível. Em vez de saltar  ao som da campainha e fazer (quase) tudo, mostrar que também ela terá de o impressionar.

Quando é que chega o Verão?

Os finlandeses têm uma anedota sobre o Verão que poderia muito bem resumir o deste ano: “lembro-me muito bem do verão do ano passado, foi numa quinta-feira“. Este ano, depois de uma Primavera prematura e de alguns dias quentes em Maio e ínício deste mês tarda em chegar. Pelo contrário, chuveiros como o de hoje são tudo menos inesperados, a chuva promete instalar-se. O Solstício de Verão, o pico da temporada, já ficou o sol da meia noite vai se refugiando a norte e Julho está aí à porta.
Até que não me importo que continue a chuver se o tempo estiver radioso na quarta semana de Julho, mas como se sabe isso não garante nada.

Também caiu da cadeira

E levou dois pontos na nuca…

No mesmo dia em que me horrorizei com o acumulado de impostos que paguei no último ano e devolvi o formulário que me vai permitir receber de volta 400 desses euros, vi aonde vão parar esses mesmos euros.

Às 16:55 recebi uma chamada do parque ocupacional: o meu filho tinha batido com a cabeça. Perguntaram-me se estava por perto (estava a 3 minutos) ou se o mandavam por táxi. Chegado, deram-me para a mão um papel do seguro (desnecessário àquela hora) e uma senha para o táxi, que entretanto chamaram para nos levar ao hospital.

No hospital ofereceram-se para tomar conta do menor caso eu precisasse de ir ao infantário e, procuraram o número do mesmo para mim. O rapaz recebeu imediata prioridade e quando acabei de telefonar foi encontrá-lo sentado numa das salas de atendimento da enfermaria. Uma enfermeira limpou-lhe a cabeça, a médica anestesiou-o e coseu-lhe a ferida. Eram 17:55 quando saímos do hospital e caminhamos para casa, exactamente uma hora depois de eu ter recebido a chamada.


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