Archive for the 'mkt' Category



Dedico esta distinção à minha mãe, à…

Fui distinguido como pessoa do ano 2006 pela revista Time, que me escolheu a mim e a mais uns quantos milhões…Pela parte que me toca, obrigado.

A revista esteve quase a escolher os VCs e empresas de media que fazem milhões com o proletariado do sec. XXI disponibilizam as ferramentas que utilizamos para nos expressar, mas os editores concluíram entretanto que esta fórmula atrairia mais linques 🙂

[psss… tanta modéstia, não vi sequer um blogueiro que tivesse escrito EU]

Uma pergunta

Uma pergunta aos meus leitores mais versados na economia da internet:

Como poderei gerar algumas receitas de uma página com 750 vistas (pageviews) diárias sem usar javascript (Adsense)? A página em questão resultou de uma brincadeira com a optimização para motores de busca e contém imagens que podem ser consideradas de mau gosto (um amigo referiu-se a elas como soft-porn, antes de saber que a página era minha 🙂 )
Existem lojas de música a praticar marketing afiliado?Que outras alternativas tenho ao meu dispor para direcionar aos visitantes serviços que possam ser do seu interesse e também do meu…?

Imperdoável

O que fazer se quisesses mudar o mundo para melhor? Provavelmente o melhor é começar pelo que está mais próximo:

The secret ingredient is your desire to actually do something about it. To take action, to believe that it’s worthwhile, to confront what feels like a risk but really isn’t. The secret ingredient is to ignore excuses, abandon procrastination and stop looking for proof.

Hugh Macleod está a recolher submissões de mini-manifestos, mudar o mundo em 500 palavras. A que cito pode ser lida em gapingvoid:…unforgiveable manifesto
(E por uma vez não ligo o Seth…)

O meu primeiro biscate

Pois é, chegou a hora de também eu «blogger» vender os meus serviços e ganhar algum com aquilo que sempre fiz gratuitamente, depois de o Rui o ter feito. E se o leitor-blogger for rapidamente ao site da ReviewMe receberá na hora o seu primeiro trabalho, ou seja a análise a esta companhia.

Os leitores deste blogue talvez estejam recordados que há 3 meses denunciei aqui as falácias de um serviço do género (I e II) e que anunciei o meu cepticismo face a este tipo de iniciativas. No entanto, não deixei de acrescentar que «Talvez um dia venha a aderir a um destes programas, desde que me o programa dê garantias, algumas liberdades e me permita marcar uma linha divisória clara sem que sinta a necessidade constante de verificar as minhas coordenadas.»

E é precisamente isso que me parece suceder nesta iniciativa. Para começar a ReviewMe está associada a uma empresa que tem uma reputação a defender, a text link ads (e sim, é uma ligação afiliada). E no blogue da empresa, o Andy Hagans dá a cara e empresta a sua credibilidade ao projecto.

Há no programa duas condições que me parecem fundamentais para a sua aceitação e eventual sucesso: a impossibilidade de os clientes pedirem opiniões positivas e a obrigatoriedade da menção pelo blogger à natureza comercial da entrada, o que creio levará a que os blogues sejam mais exigentes nas análises que publicam (também pela pressão do escrutínio dos leitores e eventuais críticos) e os anunciantes ponderem cuidadosamente o risco envolvido. A web 2.0 vive uma economia de atenção, sendo este, mais do que o capital, o recurso mais valorizado – a atenção dos visitantes, naturalmente, pelo que não será difícil encontrar clientes capazes de a pagar. Finalmente, a cereja em cima do bolo, o programa dá-me liberdade para recusar as propostas dos anunciantes que não me agradem.
Reservo o meu veredicto final para mais tarde, mas estou confiante de que os promotores estão apostados em trabalhar de forma séria e conhecem por demais a importância de ter uma boa reputação e de cumprir com as promessas.

Quer saber mais? Dê uma espreitadela aqui.

Mensagens subliminares

O João encontrou a peça que todo o homem casado vai querer comprar para vestir e deixar no cesto para a esposa querida lavar…
Por vezes para se ter sucesso tudo o que é preciso é cativar a imaginação de uma pequena minoria, mesmo que desagrade à maioria.

Com o pacote me enganas

Quem não comprou já produtos com uma embalagem promissora e atraente e que se revelam inferiores às alternativas existentes (e menos atraentes na prateleira)? Provavelmente já todos nos demos conta dos barretes que enfiamos. Do que nem sempre nos apercebemos é que a embalagem com aspecto mais pobrezinho também nos “pretende” enganar:

Supermarkets package their cheapest products to look more like famine relief than something you’d want to pay for.

It’s not because they can’t afford sexy packaging even for their cheapest foods – it’s because…
Ler o artigo no site da bbc

Tim Harford, o autor do artigo, faz um excelente trabalho em desmontar os truques que as empresas utilizam para nos convencer a pagar mais e a explicá-lo a uma audiência de leigos em economia (apesar de, na minha não muito humilde opinião, ele meter as mãos pelos pés com o exemplo do Cappucino do Starbuck’s*).

Harford é autor do livro O Economista Disfarçado, ao qual aqui fiz referência em entrada anterior, uma obra bastante elogiada e também traduzida para o português. O Leonel Vicente leu e gostou o suficiente para comentar o livro no Memória.

* Parece-me um exagero e até um pouco elitista afirmar que o Starbucks esconde o seu melhor produto, o “small cappuccino”. Duvido até que entre os especialistas a opinião seja unânime mas não é esse o fulcro da questão: para a esmagadora maioria dos consumidores um cappuccino pequeno é visto como tendo menor valor do que um capuccino grande. Se os ingredientes são os mesmos e o segundo requer mais leite e uma chavena ou caneca maiores, se todos os itens “grande” em cafés e restaurantes custam mais do que as versões “pequeno” não faria sentido algum cobrar mais pelo pequeno mesmo que «melhor» produto.

[via]

Quem nos protege dos protectores?

Recebi hoje um email da Deco Proteste, entidade à qual eu jamais contactei ou cedi o meu e-mail*. Nem sequer abri o email mas o assunto “Serviço global, 2 meses grátis!” sugere tratar-se de uma mensagem de cariz comercial.
Comercial e não solicitado, são essas as características que definem o email como Spam. E agora, quem me defende da Deco?

*É possivel que o fornecedor de serviço (sapo) o tenha feito. Eu não o fiz. Não deveria a Proteste respeitar o meu direito a não ser incomodado, na ausência de consentimento expresso ao envio?


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