Archive for the 'spam' Category

À Deco Proteste

À atenção da DECO Proteste:

recebi o email que cito a seguir de um tal Pedro Moreira que me envia uma proposta comercial não solicitada. Como consumidor gostaria que a DECO Proteste intervisse no sentido de impedir que consumidores indefesos sejam constantemente bombardeados com spam enviado por organizações pouco escrupulosas e que colocam os seus interesses egoístas à frente dos valores éticos e da lei. Obrigado e bem haja a DECO pelo seu trabalho!

Enquanto Director da DECO PROTESTE,escrevo-lhe hoje para lhe propor que se junte aos mais de 290.000associados da maior associação de consumidores dopaís. Se responder a esta oferta sem demora,beneficiará, gratuitamente e durante dois meses, dasrevistas e vantagens reservadas exclusivamente aos nossos associados,dando-lhe a garantia de ausência de cláusulaslesivas nos contractos. Temos também uma excelente oferta deboas vindas: un lector DVD portátil.

Finalmente, se aceitar a nossa oferta nospróximos 15 dias, receberá também undespertador- proyectorcon radio. Claro que lhe propomos tudo isto semobrigação de compra! Durante os dois meses deteste, poderá decidir se quer ou não continuarcomo associado da DECO PROTESTE.

Adenda: Devo estar a ficar velho, já aqui tinha relatado um email de semelhante entidade 😦

Eles andam aí

Hoje voltei a receber spam da Liberfin, desta vez sem a observação de rodapé “(…) Um e-mail não poderá ser considerado SPAM quando inclui uma forma de ser removido” que desmascarei no artigo, depois de ter recebido a mesma mensagem de spam em duas caixas de correio diferentes. Isto deve excluir a hipótses benigna (a segunda). E pelo menos a mim confirma que eles estão atentos ao que dizem deles.
E ainda que só conseguiram idenficar e remover um dos meus e-mails, ehehe…

Adeus, Googlebomb

Um artigo da Lusa já com atraso, sobre o fim da googlebomb foi ontem reproduzido em vários serviços noticiosos:
googlebomb

Deve sido a primeira vez que uma alteração do algoritmo do Google foi notícia nos media em Portugal. No futuro passarão a estar mais atentos ao fenómeno Google, particularmente se prestam atenção aos logs de visitas online.

O artigo da Lusa que está copiado em 3 ou 4 dos serviços é ligeiro qb apenas tomando algumas liberdades com as simplificações nesta explicação das Googlebombs:

Até agora, os internautas podiam criar uma série de sites com insultos e associá-los a sites de políticos, por exemplo. Ao escrever este insulto no Google, o site do político seria automaticamente aberto como sendo a primeira opção de resposta.

Clarificando, não se trata de insultos mas de brincadeiras, nem existe nada de automático em abrir o site no primeiro resultado da busca. Para criar uma bomba no Google (ou no Yahoo) bastava que um determinado número de utilizadores criassem ligações para a página alvo, utilizando determinado texto-âncora no link (o texto âncora de um link é aquele que incorpora o link, por exemplo mouronacosta no link mouronacosta. Os motores de pesquisa associam tal texto-ancôra com a página alvo e, se o peso dos proponentes for suficiente (reputação, quantidade), essa página encontrar-se-ia nos lugares cimeiros para buscas por tal termo, mesmo que tal não constasse da página alvo. A bomba Miserable Failure que visava a página biográfica do presidente Bush tornou-se rapidamente popular porque fazia uso do botão de função “sinto-me com sorte” do Google. Esta função, que não é utilizada regularmente por mais do que 1% dos utilizadores, redirecciona automaticamente o visitante para a página que ocupa o primeiro lugar nos resultados do Google, não sendo difícil, ao visitante menos avisado, de acreditar que tal escolha tivesse o dedo do próprio motor de pesquisa…

Se ficamos sem as googlebombs continuamos a ter yahoobombs

Spam: o caso Liberfin

Procura crédito rápido? Eu nunca o fiz, tão pouco manifestei interesse algum nos serviços de quaisquer empresas do ramo. Não percebo portanto porque recebo e-mail da Liberfin, uma companhia que se propõe oferecer tais serviços a taxas de juro de quase 20%, e logo em duas caixas de correio diferentes ( com a mesma haste, mas em domínios diferentes).

Esta empresa enviou-me e-mails comerciais e não solicitados, ou seja a Liberfin enviou-me SPAM – são estes os dois atributos que definem o spam. Não só me enviou spam como, ironicamente, invocou hipocritamente uma lei sobre o Spam para se proteger. O que se segue, enviado na mensagem da empresa em nota de rodapé, é absolutamente falso e redundante:

Esta mensagem é enviada sob a nova legislação sobre correio Electrónico, Secção 301, Parágrafo (a) (2) (c) Decreto S 1618, Título Terceiro aprovado pelo 105º Congresso Base das Normativas Internacionais sobre o SPAM. “Um e-mail não poderá ser considerado SPAM quando inclui uma forma de ser removido.”

O leitor acreditou na patranha? Prima para saber mais…


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